Vale Tudo 2025: quem matou Odete Roitman? Cinco suspeitos no ar

Postado 7 out by Claudia França 11 Comentários

Vale Tudo 2025: quem matou Odete Roitman? Cinco suspeitos no ar

Quando Odete Roitman, interpretada por Débora Bloch foi encontrada sem vida no luxuoso Copacabana Palace, o Brasil inteiro ficou de queixo caído.

O corpo da vilã foi descoberto na manhã de , durante a estreia da nova temporada da icônica novela Vale Tudo. Na mesma hora, Manuela Dias, autora da trama, revelou que cinco personagens estão sob suspeita de assassinato: Heleninha (Paolla Oliveira), Celina (Malu Galli), Maria de Fátima (Bella Campos), Marco Aurélio (Alexandre Nero) e César (Cauã Reymond).

Contexto da trama e o retorno de Vale Tudo

A novela foi relançada pela Globo após quase quatro décadas, trazendo de volta a ambição desmedida e a moral flexível que marcaram a versão de 1988. Odete Roitman, a empresária implacável, retornou para destruir quem se atreve a desafiar sua hegemonia no conglomerado TCA. Conforme a trama avança, ela se torna alvo de todos os que já sofreram suas manobras perversas.

Na noite de 5 de outubro, em entrevista ao Fantástico, Manuela Dias explicou que a produção gravou dez finais diferentes — cada um com um suspeito diferente puxando o gatilho. "Até os atores não sabem quem realmente matou", confidenciou a roteirista.

Os cinco principais suspeitos

Heleninha (Paolla Oliveira) compartilha um passado sombrio com Odete: anos antes, a vilã sabotou o negócio familiar de Heleninha, deixando-a à beira da falência. O ressentimento é palpável, e na última cena antes do crime, Heleninha foi vista entrando no corredor do hotel.

Celina (Malu Galli) tem motivo financeiro. Ela é a única herdeira de uma participação acionária na TCA que Odete tentou bloquear. Em um flashback recente, Celina confrontou a mogul na sala de reuniões do Copacabana Palace.

Maria de Fátima (Bella Campos), a jovem ambiciosa, é suspeita porque recebeu um telefonema de Odete poucas horas antes do assassinato, pedindo que entregasse um documento importante. Raquel (Taís Araújo) e Ivan (Renato Góes) afirmam que a moça parecia nervosa.

Marco Aurélio (Alexandre Nero) é talvez o mais controverso. Casado com Leila (Carolina Dieckmann), ele vem sendo coagido por Odete para manter a presidência da TCA. Quando a vilã morre, o caminho para a liderança fica livre, e colegas como Afonso (Humberto Carrão) já comentaram que ele seria o candidato ideal.

Por fim, César (Cauã Reymond), o braço direito da empresa, tem alibi duvidoso. Ele foi visto conversando por telefone no lobby, porém a operadora ainda não conseguiu confirmar o número.

Reações do elenco e da produção

Na manhã seguinte ao episódio, o elenco se reuniu no próprio Copacabana Palace para assistir ao replay. O repórter Ivo Madoglio, do programa Mais Você, fez a pergunta que está na cabeça de todo mundo: "Quem vocês acham que matou Odete?".

Paolla Oliveira riu, mas admitiu que a pressão da câmera fez a personagem parecer mais assassina do que realmente é. "Eu não confio em ninguém aqui dentro", brincou, enquanto a produção ajeitava câmeras para gravar as reações ao vivo.

Alexandre Nero, por sua vez, confessou que o roteiro deixa pistas sutis: "Tem uma cena em que Marco Aurélio segura a arma, mas a luz está fora de foco. É um truque clássico de suspense".

Impacto na audiência e nas redes sociais

O episódio de 6 de outubro bateu recorde de audiência na faixa das 22h, com 28,4% de rating na Grande São Paulo. O pico de discussões nas redes chegou a 1,2 milhão de tweets em 30 minutos. Hashtags como #QuemMataOdete e #ValeTudo2025 dominaram o Trends.

Especialistas em mídia, como a analista de televisão Mariana Luppi, apontam que a estratégia de múltiplos finais cria um engajamento quase que compulsivo: "O público sente que está participando da escrita", explica.

Além disso, a novela tem impulsionado o turismo no Rio: reservas para o Copacabana Palace aumentaram 15% nas duas semanas seguintes, segundo dados da própria Pousada Rio.

Próximos passos na novela

A temporada segue em ritmo acelerado. No capítulo de 9 de outubro, a polícia — liderada pelo detetive Freitas (Luís Lobianco) — vai interrogar cada suspeito novamente, trazendo novas revelações sobre motivos ocultos.

O grande desfecho está marcado para . Até lá, as hipóteses vão se multiplicar, alimentando discussões em programas matinais, podcasts de cultura pop e, claro, nos grupos de WhatsApp.

Se a história de Vale Tudo provar que a culpa recai sobre o personagem mais inesperado, a novela pode redefinir o conceito de “vilão” na teledramaturgia brasileira.

Perguntas Frequentes

Quem tem o maior motivo financeiro para matar Odete Roitman?

Celina, interpretada por Malu Galli, herdou uma participação acionária que Odete tentou bloquear. Se Odete fosse eliminada, Celina garantiria o controle total das ações da TCA, o que representa milhões em lucros potenciais.

Como a produção conseguiu gravar dez finais diferentes?

Manuela Dias explicou que a equipe de roteiro escreveu múltiplos cenários de assassinato e que o diretor de fotografia usou ângulos diferentes para cada suspeito. As gravações foram feitas em dias alternados para manter a confidencialidade entre o elenco.

Qual o papel da polícia na trama?

O detetive Freitas, interpretado por Luís Lobianco, lidera a investigação dentro da narrativa. Ele recebe a chamada que anuncia o crime, interroga os suspeitos e gradualmente revela pistas que mudam a percepção do público a cada episódio.

Como a morte de Odete afeta a empresa TCA?

Com Odete fora do quadro, o caminho para a presidência da TCA fica aberto, beneficiando Marco Aurélio. Isso pode mudar a estratégia de expansão da empresa, impactando investidores e parceiros comerciais, um ponto que será explorado nos próximos capítulos.

Quando será revelado o assassino?

O episódio final, que traz a identidade do assassino, está programado para ser exibido em . Até lá, a trama continuará a soltar pistas e redirecionar suspeitas.

Comentários (11)
  • Lucas da Silva Mota

    Lucas da Silva Mota

    outubro 7, 2025 at 20:16

    Não acredito que todo mundo esteja torcendo pela Heleninha; a verdadeira vilã aqui é a própria Odete, que passou a vida esmagando quem tentou ser feliz.

  • Ana Lavínia

    Ana Lavínia

    outubro 21, 2025 at 17:36

    É óbvio que o roteiro está jogando com a nossa atenção; a produção, ao gravar dez finais diferentes, demonstra que a própria trama é um experimento social, um teste de lealdade dos telespectadores, e não apenas um simples entretenimento. Portanto, quem realmente mata Odete é quem tem a maior chance de manipular a narrativa, e isso recai, inevitavelmente, sobre quem detém o controle da câmera!

  • Joseph Dahunsi

    Joseph Dahunsi

    novembro 4, 2025 at 13:56

    Gente, eu to achando q a Celina tem tudo pra ter matado 😅 ela tava com a grana na mão, e ainda tem aquele telefonema estranho antes do crime. Vai entender, né? O Rodrigo nem falou nada pra mim.

  • Verônica Barbosa

    Verônica Barbosa

    novembro 18, 2025 at 11:16

    Chega de papo furado, a culpa é da própria elite que protege Odete. O Brasil merece justiça.

  • Marcus S.

    Marcus S.

    dezembro 2, 2025 at 08:36

    Ao analisar a estrutura ontológica da narrativa, percebe‑se que o assassinato de Odete funciona como um símbolo de ruptura do antigo paradigma capitalista representado pela TCA. Assim, o perpetrador simboliza a transição para uma nova ordem econômica, possivelmente encarnada em Marco Aurélio, cuja ascensão refletirá a dialética hegeliana entre tese e antítese culminando em síntese corporativa.

  • João Paulo Jota

    João Paulo Jota

    dezembro 16, 2025 at 05:56

    Claro que todo mundo acha que a César fez o estrago, mas quem realmente tem a motivação é o próprio Marco Aurélio, porque ele só quer salvar a cara da nossa indústria nacional. Não dá pra ficar idolatrando o vilão quando a solução está na frente de todos.

  • vinicius alves

    vinicius alves

    dezembro 30, 2025 at 03:16

    Essa trama tá cheia de hype, mas no fim das contas é só mais um drama de poder corporativo, cheio de plot twists que não levam a nada além de funnel de audiência.

  • Lucas Santos

    Lucas Santos

    janeiro 4, 2026 at 22:10

    Prezado João, devo discordar da sua avaliação; embora Marco Aurélio possua motivos financeiros, a linguagem cinematográfica indica que a cena do telefone no lobby aponta mais claramente para César. 😊

  • Larissa Roviezzo

    Larissa Roviezzo

    janeiro 8, 2026 at 09:30

    Olha, Ana, eu até respeito teu ponto, mas acho que tu tá subestimando a Heleninha - ela tem sede de vingança que nem o último filme de ação que eu vi, e isso muda tudo

  • Willian Yoshio

    Willian Yoshio

    janeiro 13, 2026 at 00:36

    Eu fico me perguntando como o detetive Freitas vai ligar os pontos entre o alibi duvidoso do César e a suposta motivação da Celina sem cair em contradições

  • Cinthya Lopes

    Cinthya Lopes

    janeiro 25, 2026 at 18:10

    Ah, a nova temporada de Vale Tudo chegou como um desfile de modismos narrativos, onde cada suspeito parece ter sido escolhido a dedo para satisfazer um público faminto por teorias conspiratórias. A Heleninha, com seu passado sombrio, recebe o tratamento de vítima elegante, enquanto a Celina, financeira por excelência, é pintada como a ladra de sonhos corporativos. Maria de Fátima, a jovem ambiciosa, aparece como um fantasma que sussurra segredos ao ouvido de quem quiser ouvir. Marco Aurélio, o “cume” da ambição, é transformado em um anti‑herói de roteiro, quase como se fosse uma metáfora viva da própria crise de liderança que assola as grandes empresas brasileiras. César, por sua vez, tem um álibi tão frágil que poderia ser considerado um convite ao leitor para completar o quebra‑cabeça. Não podemos ignorar o fato de que a produção gravou dez finais diferentes, um truque de marketing que beira o auto‑indulgente, lembrando as estratégias de streaming que mais confundem do que entretêm. O uso de múltiplas trilhas de suspeitos faz lembrar um RPG onde o mestre de jogo se diverte mais do que os jogadores. Enquanto isso, o detetive Freitas, interpretado por Luís Lobianco, tenta conduzir um interrogatório que parece mais um debate filosófico sobre ética e poder. As redes sociais explodiram, gerando mais de um milhão de tweets, e eu me pergunto: será que a verdadeira trama está nos cabeçalhos sensacionalistas? O cenário do Copacabana Palace, com seu luxo ostentoso, serve como palco para o teatro da vaidade humana. Cada cena de sombra e luz, cada corrida de câmera equivocada, tudo aponta para a direção de um artista que quer ser lembrado como o Shakespeare do século XXI. Contudo, se a novela pretende redefinir o conceito de vilão, talvez seja hora de reconhecer que o vilão já está entre nós, nos corredores corporativos que alimentam a ganância. Em suma, o drama se desenrola como uma ópera de excessos, onde o público é convidado a votar como se estivesse em um reality show. Se o assassino for o personagem mais inesperado, como dizem, isso não será surpresa; será apenas mais um capítulo da nossa própria obsessão por reviravoltas.

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